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Higienização das mãos x o uso de luvas

 

A prática de uma higienização correta é uma das formas mais eficazes no controle de infecções, trazendo a garantia da segurança do paciente e do profissional da área da saúde.

A Higienização das mãos é uma prática bastante difundida nos serviços de saúde, muito se fala e se trabalha a respeito disso, porém nos momentos de realizar as avaliações, como medir a adesão dos profissionais de saúde, é notável que nem sempre o resultado é o indicado.

O Ministério de Saúde em 2013 publicou um protocolo para ‘’A pratica de higiene das mãos em serviços de saúde’’. O protocolo é extremamente importante e pode agregar grandes informações ao profissional da saúde, para atuação e conhecimento profissional.

Vale ressaltar o quanto a higienização das mãos é a medida mais eficiente, mais importante, mais eficaz e efetiva para controlar e prevenir as infecções relacionadas a assistência à saúde, essas são afirmações evidenciadas na literatura cientifica.

5 momentos para realizar a higienização das mãos

  1. Antes de ter contato com o paciente.
  2. Antes da realização de procedimento asséptico.
  3. Após risco de exposição a fluidos corporais.
  4. Após contato com o paciente.
  5. Após contato com as áreas próximas ao paciente.

O uso de luvas não substitui a higienização das mãos, é necessário que haja os cuidados de higienização antes do uso das luvas e após. O profissional deve se atentar ao uso desse EPI, para que não seja utilizado sem que haja necessidade, o uso racional é extremamente importante. O uso da luva é indispensável quando o profissional tem contato com fluidos corporais, ou seja, diante de procedimentos com pacientes que proporcionam riscos através desses fluidos, outro momento para o uso obrigatório é quando o profissional está atuando em campo cirúrgico, para que não haja contaminação e também em situações que o profissional tem contato com um paciente que está em precaução de contato, nesse caso existe o uso necessário tanto de luvas quanto do capote.

O momento para que as luvas sejam trocadas são em ocasiões que ocorre danificação, caso haja algum rasgo ou furo; Quando o profissional tiver em contato com outro paciente e ainda que o profissional esteja com o mesmo paciente, caso ele tenha que ter contato com outro sitio é necessário que haja a substituição das luvas, não pode ocorrer o uso do mesmo EPI ao manusear outro sítio.

Como descartar as luvas:

RDC Nº 222/2018

Resíduos de serviço de saúde

Grupo A: Resíduos infectantes

Grupo B: Resíduos químicos

Grupo C: Resíduos radioativos

Grupo D: Resíduos comum

Grupo E: Resíduos perfurocortantes

O descarte das luvas vai de acordo com a finalidade que estão sendo utilizadas.

É necessário que o profissional sempre esteja atento aos protocolos que precisam ser seguidos, para a proteção tanto do paciente, quanto do próprio profissional.

Por M.e. Valquiria Vicente

 

Confira também:

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