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Novos medicamentos no tratamento da Hipertensão

O cenário atual de doenças no Brasil tem como um de seus destaques a hipertensão. A hipertensão é uma doença crônica não transmissível, uma das doenças com mais risco de mortalidade, provocando infartos e doença vascular encefálico hemorrágica ou isquêmica, infarto cerebral e outras demais consequências.

A hipertensão arterial e os fármacos envolvidos, no caso, as classes terapêuticas são na verdade clássicas há bastante tempo, as mudanças que tem ocorrido, são mudanças dos protocolos que antes eram baseados em imunoterapia e passaram a ser utilizados a algumas associações, tendo alterações de doses e correlacionado a eficácia e a segurança dos fármacos, porém nos últimos 10 anos a hipertensão começou a ser tratada de uma forma diferente, através de uma ótica terapêutica.

Os últimos 50 anos de tratamentos voltados para hipertensão mostrou que nem sempre os principais problemas eram voltados em atingir a meta pressórica, hoje a situação é bem clara quando diz respeito que é necessário ter o tratamento não farmacológico associado ao tratamento farmacológico, de forma alguma ambos os métodos não podem ser dissociados um do outro.

Os últimos anos trouxeram uma percepção a sociedade brasileira de cardiologia  e o departamento de farmacologia através de metanálises e demais estudos clínicos revelando que os fármacos são compostos por alguns fatores limitantes, os fatores limitantes mais comuns são os efeitos colaterais as reações adversas e as interações medicamentosas que acaba limitando muitas vezes o uso pelo paciente o que promove uma não adesão pelo tratamento, até muitas vezes pela desinformação disso, diante disso, o que na verdade falta para o paciente é uma orientação melhor e a adesão dos protocolos terapêuticos associados. Atualmente já existem medicamentos associados a apenas um comprimido três fármacos diferentes ou que já façam associações padronizadas, algumas associações que são recomendas e mais aceitas pela sociedade brasileira de cardiologia.

Hoje um dos maiores desafios dos profissionais é conhecer o manejo clínico do protocolo. Existe uma enormidade de classes terapêuticas e fármacos para serem utilizados, como diuréticos, alfa-bloqueadores, beta-bloqueadores, fármacos de ação central anti-hipertensivos, vasos dilatadores diretos, inibidores de enzima conversora de angiotensina 2, bloqueadores de canais l de cálcio, entre muitos outros.

Nas últimas décadas é possível observar que as classes que foram sendo descobertas naturalmente a maioria delas apresentavam menos reações adversas que a classe anterior. Os protocolos mais utilizados hoje, como os inibidores de enzima conversora de angiotensina 2, bloqueadores de canais l de cálcio e os demais que já foram citados, muitas vezes eram da mesma classe.

As reações adversas e as interações medicamentosas são de fato as situações mais preocupantes que são tidas. Os pesquisadores começaram a perceber uma maior adesão. Era tido em um primeiro momento a cada cem pacientes que estivesse utilizando um determinado medicamento como a furosemida que é um diurético de alça, o próprio captopril, os beta bloqueadores que hoje são usados em casos especiais entre outros, isso acabava resultando em uma exibição de algumas reações adversas mais brandas ou menores e em alguns casos não exibem na maioria dos pacientes e isso foi evoluindo, conforme o tempo foi passando, veio uma percepção de que a adesão ao tratamento, segurança e eficácia acaba sendo mais assertiva. Hoje a indústria farmacêutica e o centro de pesquisas lidam com a hipertensão e vão desenvolver novos fármacos para a cardiologia, tendo o foco principal hoje relacionar a química medicinal a monitorização in vitro das reações adversas, justamente para minimizar esses dados causados pelo anti-hipertensivos.

A indústria foi tentando modificar a estrutura química do fármaco e realizar os testes clínicos, para avaliar as possíveis condições de se ter um fármaco da mesma classe com menores reações adversas.

A segurança precisa ser colocada em primeiro lugar ao paciente que utiliza o medicamente e essa segurança está ligada diretamente a um bom diagnostico, a necessidade de um paciente realmente fazer o uso de um anti-hipertensivo, para avaliar as metas e objetivos que devem ser associadas ao paciente e quais atividades ou terapias não farmacológicas esse mesmo paciente deve obrigatoriamente aderir.

Cada vida é importante e se faz necessário que haja um cuidado individualizado, humanizado e tecnicamente bem preparado para essa finalidade.

Por M.e. Rodrigo Luís Taminato

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