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Pós-graduação brasileira traz maioria feminina

A pós-graduação brasileira tem sido dominada por pesquisadoras! Números mais recentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) sobre o Sistema Nacional de Pós-graduação apontam que mulheres são a grande maioria na pós-graduação brasileira. Existe uma diferença de aproximadamente 19% (CEPES, 2016) entre homens e mulheres matriculados em cursos de pós-graduação brasileira atualmente. Mas essa situação realmente reflete a realidade educacional das mulheres no país?

Pós-graduação brasileira e as mulheres

O crescimento da participação feminina na pós-graduação brasileira e especialização é uma feliz realidade e representa uma conquista das mulheres. Contudo, áreas como Engenharias, Computação e Ciências Exatas, continuam sendo majoritariamente ocupadas por homens, um indício de que a desigualdade de gênero ainda está enraizada em certas áreas do conhecimento e também na pós-graduação brasileira.
Outra questão que precisa acompanhar o aumento do número de mulheres na pós-graduação brasileira é que, mesmo representando a maioria da população, tendo mais anos de estudo e vivendo mais, elas continuam recebendo menos que homens. O relatório Global de Defasagem de Gênero, do Fórum Econômico Mundial, sugere que a igualdade econômica entre os sexos ainda pode demorar mais de 150 anos.
Além de todas estas questões relativas ao nível educacional e ao investimento na formação para melhor colocação no mercado de trabalho, existem diversas outras questões sociais relacionadas à segurança da mulher que interferem em aspectos da vida pessoal e profissional. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o Brasil é o 5º país que mais mata mulheres no mundo.
A ONU  estabelece 17 objetivos para transformar o mundo, o quinto deles diz respeito a “alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas”. Dentro dessa meta, a ONU propõe a acabar, por exemplo, com todas as formas de discriminação; a garantir a participação plena das mulheres em oportunidades para liderança em quaisquer níveis de tomada de decisão, seja na vida política, econômica ou publica; e, ainda, a aumentar o uso de tecnologia de informação e comunicação para promover esses propósitos.
Neste mês da mulher, refletir sobre o papel social, principalmente, sobre as questões que atrapalham, contribuem ou até mesmo determinam seu desempenho no mercado de trabalho é uma postura fundamental para evoluirmos nas questões relativas à igualdade de gênero.

Pós-graduação brasileira e responsabilidade social

Nesse sentido, o ITH Pós-Graduação investe em ações, buscando contribuir com a mudança da nossa realidade atual, tanto no campo profissional, como em todas outras esferas da vida de que passa pelos nossos programas de ensino. Essa é a missão do ITH Pós-Graduação: oferecer ensino de excelência para promover a formação pessoal e profissional, por meio da vivência ética, humanizada e com responsabilidade social. 
O ITH Pós-Graduação acredita também que a pós-graduação brasileira e o mercado de trabalho são extremamente enriquecidos com a presença de mulheres, por isso, trabalha em prol de ações que fomentem a igualdade de gênero.
Clique aqui e veja depoimentos de alunas de Goiânia que estão fazendo da educação um caminho para transformação pessoal, profissional e social.